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Julho – Agosto 2008 – Especial Prémios de Franchising 2008

Responsabilidade Social – Botaminuto recebe aplauso com recolha de sapatos

A cadeia de arranjos de calçado e serviços rápidos Botaminuto viu a sua campanha de recolha de sapatos reconhecida com o prémio Responsabilidade Social. Numa corrida renhida e com vários concorrentes a mostrarem o que o franchising faz em prol da comunidade, este prémio revelou que a responsabilidade social está ao alcance de todas as empresas.
Rui Salvada e Duarte Ramos, sócios e fundadores da cadeia Botaminuto, receberam o premio Responsabilidade Social pelo projecto “Ofereça um sapato, receba um sorriso”, lançado em Janeiro de 2008.
A acção teve como objectivo a entrega de sapatos a instituições. A marca lançou uma campanha de recolha de calçado doado por clientes em diversas lojas da rede em todo o país. A campanha estava programada para decorrer durante um mês, mas acabou por ser prolongada até meados de Fevereiro.
Após a triagem dos artigos, a Botaminuto entregou o calçado a várias instituições de solidariedade social, contando com o Lions de Portugal na selecção e contacto com entidades. Durante a fase de divulgação da campanha, a empresa foi igualmente contactada por instituições que manifestaram interesse em receber o material recolhido.
A Botaminuto teve como parceria desta acção a GLS, operadora logística, que garantiu a entrega de todo o calçado doado às instituições.
Os eixos do projecto delineados elegeram como objectivos o aprofundamento da responsabilidade social na rede Botaminuto, a sensibilização dos cidadãos e dos clientes para actos de cidadania e a promoção da empresa de uma forma diferenciadora.
A comunicação do projecto implicou a divulgação de flyers e posters nos pontos-de-venda, outdoors junto de lojas e publicidade em autocarros, envio de press releases e desenvolvimento de um blog de campanha.
A marca, fundada em 1998, renovou a profissão do tradicional sapateiro, oferecendo nas 31 lojas Botaminuto arranjos de calçado, copias de chaves, impressões de matriculas e carimbos. Foi no seu serviço-estrela (os arranjos de calçado) que a empresa se inspirou para a sua campanha.

9 de Maio de 2008 - Jornal OJE

Quando surgiu, o objectivo da Botaminuto
era valorizar a profissão de sapateiro, adicionando-lhe uma multiplicidade de serviços complementares

A Botaminuto é uma marca propriedade da empresa Consertos Rápidos das Amoreiras que, no início da sua concepção, pretendia reformular o velho conceito de sapateiro.
A ideia era valorizar a profissão, adicionando-lhe uma multiplicidade de serviços complementares que englobam desde a tradicional reparação de calçado e malas, à cópia de chaves e comandos, impressão de matrículas, placas, carimbos e cartões, afiação de facas e tesouras e venda de produtos acessórios.
O projecto Botaminuto surgiu na sequência da abertura de uma loja tradicional, em 1998, que foi rompendo progressivamente com a filosofia do “velho sapateiro”. Assim, dois anos após a sua abertura deu-se início à criação e testes do conceito Botaminuto. A definição do projecto levou a equipa de estudos da empresa a visitar e pesquisar as mais importantes empresas similares, bem como feiras da especialidade, do que resultou um projecto com os mais modernos equipamentos.
É imagem de marca da Botaminuto conferir grande importância ao “saber fazer”. De facto, não basta consertar/copiar.
A Botaminuto aconselha os melhores materiais adaptáveis a cada tipo de serviço. E dá também conselhos para a sua manutenção. Esta filosofia só é possível pela relação permanente que mantém com parceiros nacionais e internacionais de renome, do qual se destacam a Hardo, líder europeu no sector.
O conceito Botaminuto tem tido um óptimo acolhimento por parte dos clientes, tendo sido possível, no espaço de três anos, atingir uma média de 800 clientes/dia, objectivo largamente ultrapassado em relação às previsões iniciais.
Não é rara a frase: “Finalmente encontro um sítio onde posso reparar os meus sapatos!”, o que significa que existia claramente uma falta de oferta.
Hoje a empresa opera em hipermercados, centros das cidades, galerias comerciais e centros comerciais.

28 Fevereiro 2008 – Campanha Nacional de Recolha de Calçado – A Voz de Trás-os-Montes

Vila-realenses foram os mais solidários
Durante os primeiros dois meses de 2008, os portugueses foram chamados a participar numa campanha de solidariedade, com o objectivo de reunir calçado, para as pessoas mais desfavorecidas. Dinamizada pela empresa “Botaminuto”, em mais de três dezenas de lojas, espalhadas por todo o país, foi em Vila Real que a campanha teve a maior adesão.
“Os vila-realenses responderam, com entusiasmo, ao apelo da Botaminuto”, garantiu, ao Nosso Jornal, Ricardo Inocentes, Sócio-gerente da loja de Vila Real, contabilizando que, no âmbito da campanha “Ofereça um sapato, receba um sorriso” que decorreu nos meses de Janeiro e Fevereiro, foram entregues 372 pares de calçado.
Segundo o mesmo responsável, “em Vila Real foram superadas todas as expectativas”, sendo de realçar que a “Botaminuto” do Centro Comercial Dolce Vita Douro foi a que recolheu o maior numero de pares de sapatos, “destacando-se, também, pela variedade, pela boa qualidade e pelo bom estado de conservação do calçado recebido”.
Entre a dádiva conseguida, de realçar que a maioria (257 pares) foi constituída por sapatos de senhora, seguido do calçado de homem (64 pares) e de criança (51 pares). “Recebemos calçado em muito bom estado, algum praticamente novo”, explicou Ricardo Inocentes, no dia 21, altura em que as centenas de sapatos foram entregues ao Lions Clube, entidade que será responsável, numa parceria, a nível logístico, com a empresa GLS, pela sua distribuição por Instituições de Solidariedade Social do distrito.
A campanha nacional envolveu mais de três dezenas de lojas da “Botaminuto” e entrará “em acção”, de novo, nos primeiros dois meses do próximo ano, conforme garantiu a mesma fonte.
A “Botaminuto”, marca propriedade da empresa Consertos Rápidos das Amoreiras, Lda, é um conceito nacional que agrega, num mesmo espaço, vários serviços de conveniência complementares (conserto de calçado, cópia de chaves, comandos, impressão de matriculas, cartões, carimbos, placas, entre outros), sendo o único “franchisador”, em Portugal, nesse sector”.
Em Vila Real, está representada no Centro Comercial Dolce Vita Douro.

27 Fevereiro 2008 - Campanha “Ofereça um sapato e receba um sorriso” – Noticias de Vila Real

Loja de Vila Real ultrapassa expectativas e angaria mais de três centenas de sapatos
A campanha de solidariedade “Ofereça um sapato e receba um sorriso” que teve como objectivo a recolha de calçado usado para instituições de solidariedade social, mereceu em Vila Real “um grande, grande sorriso”, nas palavras dos responsáveis pela iniciativa.
A campanha desenvolveu-se a nível nacional nas lojas Botaminuto, sendo que, dos 31 pontos de venda espalhados pelo país, Vila Real foi a loja que registou maior adesão e angariou mais calçado, num total de 372 pares, dos quais 257 são sapatos de senhora, 64 é calçado de homem e 51 pares são de criança.
A entrega formal do resultado da campanha foi feita na passada semana pelo sócio-gerente da loja vila-realense, Ricardo Inocentes. Esteve presente da GLS, Carlos Franqueira, e o Master da Botaminuto, Duarte Ramos. A GLS, parceiro logístico, vai recolher todos os sapatos angariados pelas diversas lojas e entregar ao Lions Clube, que se encarregará de distribuir os bens por instituições de solidariedade social.
O sócio-gerente da loja vila-realense, Ricardo Inocentes, congratulou-se com o entusiasmo com que os vila-realenses responderam ao apelo da loja Botaminuto. “Esta foi uma campanha nunca feita em Portugal e Vila Real superou as expectativas todas, batemos todos os recordes”, afirmou Ricardo Inocentes, que estimava recolher cerca de cinco dezenas de sapatos. Esta campanha será realizada anualmente, entre o dia 1 de Janeiro e 15 de Fevereiro, com o objectivo de contribuir para fomentar uma mudança de valores e participação dos cidadãos em actos de solidariedade e cidadania.

10 de Abril de 2008 – “Conserto de Sapatos e muito mais” – Jornal do Fundão

A Botaminuto é um exemplo de sucesso. Em seis anos já conta com 32 lojas abertas em regime de franchising. A Covilhã é a mais recente aposta desta cadeia de referência
Uma oportunidade de negócio insuficientemente explorada em toda a Península Ibérica. Era assim que se encontrava a arte de conserto de sapatos há seis anos. Na altura, Duarte Ramos e Rui Salvada resolveram mudar essa realidade. Quatro anos antes tinham aberto a primeira loja de conserto de calçado. A experiencia revelou-se um sucesso e foi fundamental para que estes dois investidores optassem por avançar com a BotaMinuto em regime de franchising.
“Quando em 1998 abrimos a primeira loja não tínhamos qualquer experiencia ou ligação à área. Sabíamos apenas que os ‘velhos sapateiros’ eram cada vez menos, mas os seus serviços continuavam a ser muito necessários, tal como outros serviços que entretanto fomos introduzindo. Assim, a impressão de matrículas, o amolar facas e tesouras, o conserto de malas, a impressão de carimbos e até a venda de acessórios eram algumas das ofertas que já tínhamos em 2002”, recorda, Duarte Ramos.
“E isso ajudou-nos a definir a BotaMinuto: um espaço multi-serviços com boa apresentação e com um atendimento rápido e eficaz. Definimos ainda que a BotaMinuto se estabeleceria em espaços pequenos (de 15 a 25 metros quadrados), mas em zonas de grande afluência”, refere o master da empresa.
Quanto ao franchising: “permitia-nos difundir uma marca num curto espaço de tempo. Depois tem a vantagem de o risco de negócio ser partilhado pelos dois lados. Portanto consegue-se maximizar o valor de uma marca e era isso que pretendíamos”, diz.
E foi isso que alcançaram. Em seis anos a BotaMinuto já conta com 32 lojas espalhadas por todo o País. A última abriu recentemente na Covilhã (Covilhã Shopping) e é uma aposta própria.
“Ainda não encontrámos um parceiro, mas tendo em conta as potencialidades da cidade (aferidas num estudo de mercado após o convite do centro comercial) resolvemos avançar. Assim, damos a conhecer o conceito e com certeza que cativaremos mais rápido o investidor”, esclarece Duarte Ramos.
E as condições para ser parceiro neste negócio passam pelo “espírito empreendedor do investidor, pela capacidade financeira (investimento entre os 50 a 60 mil euros) e pela proximidade com a cidade.”
Em contrapartida recebe uma loja completamente equipada, formação (não é necessário ter qualquer conhecimento prévio na área) e beneficia da estratégia de gestão e promoção da cadeia.

Botaminuto um conceito assente na qualidade e inovação - Perspectiva

Pioneira no mercado de franchising no sector da sapataria e afins, um conceito em franco crescimento no mercado nacional, a Botaminuto procura revolucionar o conceito "conservador" do sapateiro comum, de forma a atribuir-lhe uma multiplicidade de serviçosque vão de encontro às crescentes exigências de mercado. Duarte Ramos, sócio-gerente deste novo espaço comercial, esclarece algumas das ambições e pretensões da Botaminuto, e faz uma análise do caminho percorrido até ao momento.

Sendo o primeiro operador do sector a nível de franchising, que análise faz desta iniciativa até ao momento?
O projecto Botaminuto tem tido uma boa aceitação por parte do mercado, não só ao nivel dos franchisados mas também ao nível do cliente final. Temos conseguido ter um crescimento sustentado a nível nacional e temmos procurado adaptar-nos às tendências de mercado. Procurámos, desde o início, romper com a imagem dos operadores tradicionais oferecendo um conceito integrado de serviços de conveniência com forte sentido de cliente.

A nível de formação dos trabalhadores, existe alguma formação profissional e, a existir, tem-se mostrado preponderante no sucesso e qualidade deste franchising?
Possuimos uma escola de formação, não sendo necessária qualquer formação prévia em qualquer das áreas em que estamos inseridos. Inclusive o facto de já existir alguma experiência no ramo, dificulta a integração na nossa forma de trabalhar e agir, pois geralmente já vem com técnicas muitas vezes ultrapassadas. Todos os franchisados deverão ter formação no nosso centro de formação. Essa formação, tendo em conta a grande variedade de serviços que prestamos, dura cerca de 4 semanas. Cada formação está dividida em módulos onde é feita uma constante avaliação dos processos para se poder chegar ao fim do período aptos para iniciar a actividade na loja. Na BOTAMINUTO todos os funcionários têm de saber fazer de tudo: são recursos especializados. A formação é um dos pilares do nosso sucesso.

Como está o público a responder a esta nova oferta? Socorrem-se ainda dos conhecimentos tradicionais ou têm mostrado aptidão para experimentar as novas ofertas que surgem no mercado?
A reacção dos clientes a cada abertura de loja é francamente positiva. Em cada loja conseguimos reformular o velho conceito de sapateiro, Valorizando a profissão e adicionando-lhe uma multiplicidade de serviços complementares que englobam desde a tradicional reparação de calçado e malas, à cópia de chaves e comandos, impressão de matriculas, placas, carimbos e cartões, afiação de facas e tesouras e venda de produtos acessórios como cofres, pequenas ferragens e fechaduras, oferecendo uma oferta diferenciada. Socorremo-nos das técnicas tradicionais e adaptamo-las ao mercado de hoje, implementando, sempre que possível, novas tecnologias. Actualmente passamos a disponibilizar também um serviço de expedição de encomendas, através de uma parceria com um operador logístico internacional.

Os cargos inerentes à abertura do espaço são a cargo do franchisador?
O valor da franquia inclui todo o apoio necessário para a abertura do negócio. São fornecidas toda a maquinaria e mobiliário para a loja, apoio na negociação com os espaços e toda a formação necessária. Apenas fica a cargo do franchisado o custo do espaço, construção civil e recrutamento.

Franchising Botaminuto no Alegro - Publico

O sucesso de um operador multi-serviços de conveniência

Há quem tenha o engenho e a arte para, sabiamente, recuperar e reabilitar os oficios tradicionais, arrancando-os ao limbo de um certo desprestigio social e fazendo deles um negócio de sucesso, socialmente reconhecido e útil, através de um projecto empresarial franchisado que corresponde e responde, com serviços modernos e de grande conveniência, às necessidades dos consumidores das sociedades urbanas actuais. É o caso da Botaminuto, que agora abre mais uma loja no Alegro Alfragide.

Como explica Duarte Ramos, um dos responsáveis pela marca, esta é uma rede de franchising de origem nacional "que prefigura o sapateiro do século XXI, oferecendo e concentrando, num mesmo espaço - moderno, tecnológico, impecavelmente limpo -, um grande e útil conjunto de serviços de conveniência", que se estendem desde o concerto de sapatos, à cópia de chaves, duplicação de comandos à dstância, passando por acessórios para sapatos, arranjo de malas, impressão de cartões de visita, gravação de chapas e placas, afia facas e tesouras, colocação de botões e ilh´s, entre outros. A rede Bota Minuto é também um ponto de encontro La Redoute e prepara-se para se tornar um ponto de recepção de encomendas expresso Parcel Shop (um operador de encomendas expresso da Royal Mail).

Definindo-se como um operador multi-serviços, a Bota Minuto aposta numa estratégia de dupla conveniência, aliando à conveniência dos próprios serviços que presta, "a proximidade aos consumidores, localizando as suas lojas em centros comerciais com grande frequência e horário de funcionamento alargados, incluindo à noite e à hora de almoço", refere Duarte Ramos.

O sucesso deste projecto empresarial e a recuperação do prestígio social do "sapateiro" e, brevemente, também do "engraxador", já se pode medir pelo perfil dos franchisados, "entre os quais se contam pessoas dos mais diversos extractos sociais e profissões, incluindo jornalistas ou generais na reforma, que souberam ver no conceito Bota Minuto uma oportunidade de investimento que aproveitaram", diz o responsável pela rede de franchising, salvaguardando, no entanto "que isto não significa que sejam os próprios a trabalhar as lojas, se bem que lá estejam com frequência". Dado curioso, refere, "é o facto de 50 por cento dos franchisados e dos colaboradores serem mulheres, numa área que o preconceito dizia ser dominada pelos homens". A imagem da Bota Minuto é inconfundível. Identifica-se pelo logo de um simpático e jovial sapateiro estilizado, a preto e branco, e pelo chamativo tom laranja forte da decoração do espaço, que se apresenta organizado e limpo, onde se encontra um serviço profissional, moderno, que prima pela rapidez e personalização.

Como destaca Duarte Ramos, "este conceito prima pela qualidade e pela personalização do serviço, o que implica uma aposta contínua na formação dos colaboradores operacionais". "Na Bota Minuto temos a noção de que prestamos um serviço de qualidade, o que passa pelo aconselhamento dos clientes". E exemplifica, no caso dos acessórios para calçado, com as palmilhas, área em que a Bota Minuto não se limita a vender, mas aconselha os clientes, orientando a compra para o produto com características mais adeuadas à utilização ou ao problema a que se destinam. "Há palmilhas específicas para aquecimento dos pés, outras para absorção da transpiração, outras, ainda para correcção de algum problema de coluna ou para o "pé chato", e muitos outros fins", detalha o jovem empresário, realçando que "os colaboradores têm de saber aconselhar e orientar a compra para aquelas cujas caracteristicas respondem ao problema específico do cliente".

Já com 32 lojas a nível nacional, localizadas em centros comerciais, a Bota Minuto prevê alargar ainda mais a sua rede de estabelecimentos com a adesão de novos franchisados. Cada novo franchisado avança com 50 por cento do valor de investimento, com o master a assegurar os equipamentos, a deoração do espaço e a formação dos colaboradores.

29 Dezembro 2006 – “Ideias que valem milhões” – Semanário Económico

Quanto vale uma ideia?

As ideias, em sentido abstracto, não constroem empresas, mas fazem “pular e avançar” o mundo. Não há empreendedor que não as valorize. Ainda assim, outros factores são igualmente cruciais, quando se trata de criar um negócio de sucesso. Muito trabalho, um olhar atento sobre o mercado e, de preferência, alguma experiência no domínio da gestão de empresas. Conheça algumas histórias felizes de portugueses que não se coibiram de arriscar e acabaram por vencer.

“Uma coisa boa é que este tipo de negócio não é sazonal face à economia” Duarte Ramos.
(...) Mas nem só de novas tecnologias vivem as grandes ideias. Por vezes, estas podem estar mesmo ao virar da esquina, à espera que alguém tropece nelas. Quem nunca precisou de arranjar uns sapatos, mandar fazer uma chave, ou colocar um botão? Para quem vive num centro urbano, tal tarefa podia revelar-se difícil. Foi a pensar nessas pequenas necessidades tão comuns e frequentes que nasceu em 2002, a Botaminuto – uma loja que incorpora os mais variados serviços de conveniência – desde o conserto de calçado e malas, a ferragens e cofres, impressão de matrículas, carimbos e cartões e até serviços de entregas urgentes. “Sentimos que havia uma oportunidade bestial. Olhámos para o mercado e não havia oferta. E a prova disso é que eram os próprios centros comerciais que nos convidavam. Primeiro as Amoreiras, depois fomos convidados a ir para o Saldanha, depois veio a Sonae... havia realmente no mercado uma apetência grande”, recorda Duarte Ramos, fundador da marca. Seguiu-se a feira de franchising – 17 das 24 lojas são franchisadas, e curiosamente 50% dos franchisados são senhoras. “Quisemos mudar um pouco o estereótipo que as pessoas têm sobre este tipo de serviços. Antigamente ninguém queria ir trabalhar para uma Botaminuto. Hoje já vemos homens e mulheres, novos e velhos. Até já temos lojas exclusivamente de senhoras”. Actualmente, o total de receitas geradas pelas lojas ronda os 200 mil euros mensais. Os objectivos para o futuro próximo passam por conseguirem ser líderes no mercado nacional de serviços de conveniência, e pela expansão para Espanha. “Porque não? A moeda é a mesma. Os espaços nos centros comerciais são mais baratos e os preços são mais caros”. Dificuldades existem sempre, no caso de Duarte Ramos a maior residiu na parte logística de abastecimento das próprias lojas, mas riscos, esses, este jovem empreendedor de 34 anos não os teme: “Não há que ter medo de errar, até porque sempre que se erra aprende-se qualquer coisa. Em Portugal o erro não é premiado. Já nos EUA, por exemplo, os bancos dão mais facilmente crédito quem já tenha tentado uma experiência profissional, porque já têm um saber acumulado. Cá o mercado ainda é muito conservador, têm que ser os empreendedores a abanar isto. A cultura do risco não é muito portuguesa mas é fundamental”, diz o responsável da Botaminuto.

In Semanário Económico

29 Novembro 2006 – “Exemplos de redes “made in”” – 24 Horas

Serviços num minuto
A cadeia nacional BOTAMINUTO é um conceito nacional que agrega, num mesmo espaço, vários serviços de conveniência complementares (conserto de calçado, cópia de chaves, comandos, impressão de matrículas, cartões, carimbos, placas, entre outros), sendo o único franchisador em Portugal no sector.
A marca abriu novas unidades no Modelo de Portalegre e no Carrefour de Portimão, no início de Novembro, passando a dispor de 24 lojas a nível nacional. “Com estas unidades passamos a operar de Vila Real ao Algarve, estando presentes em grande parte do território nacional e ilhas. Esta nova loja BOTAMINUTO surge para colmatar a carência de um operador de serviços rápidos de conveniência na zona, que trabalhe de uma forma profissional e que privilegie a qualidade do serviço prestado e atendimento ao cliente”, afirmou Duarte Ramos, o responsável de expansão da marca. Como habitual em cada abertura, esta loja BOTAMINUTO conta com uma promoção de 20% sobre todos os produtos e serviços até 31 de Dezembro. A marca, que se encontra mais implantada a Sul, “têm fortes planos de expansão para o Norte do País, estando já a negociar uma série de espaços com os operadores de mercado”.

In 24 Horas

10 Outubro 2006 – “Uma mulher como sapateira” – JR Almada

Pequena loja de uma rede mais vasta promove consertos rápidos e calçado

A primeira loja Botaminuto da Margem Sul abriu há cerca de um mês em Almada. É a 21ª loja da cadeia e pretende servir a população das freguesias de Almada e Pragal, colmatando “a carência de um operador de serviços rápidos de conveniência na zona”, de acordo com a assessora de imprensa da loja, Vera Neves.
Num conceito totalmente diferente do tradicional, a loja, na Praça D.Pedro I, oferece um conjunto de serviços conjugados num único lugar. Com profissionais especializadas em costura e trabalho de sapateiro, a loja proporciona arranjos rápidos em “apenas 30 minutos”, assegura Isilda Alturas, gerente do estabelecimento, propriedade de Tânia Neves. Desde a colocação de capas, ao conserto de malas e cintos, à feitura de bainhas, tudo está incluído no serviço expresso da loja. Mas os arranjos mais demorados, em todo o tipo de roupas, também estão disponíveis na Botaminuto, que conta com a experiência das duas costureiras.
Para além deste serviço de costura e sapataria, naquele espaço comercial também é possível efectuar cópias de chaves e comandos, impressão de matrículas, placas, carimbos e cartões de visita, afiação de facas e tesouras e venda de acessórios.
“O atendimento personalizado, a rapidez e a atenção” são algumas das chaves mestras que norteiam a filosofia da loja. “No fundo cuidamos das pessoas. Tentamos sempre arranjar uma solução para que o cliente fique satisfeito”, conta Isilda, lembrando que todas as funcionárias que trabalham na loja receberam formação na empresa. E o facto de ser uma mulher a arranjar os sapatos não têm afugentado a clientela. Pelo contrário, Isilda Alturas garante que “as senhoras têm um toque especial, são mais perfeitas nos retoques”.
Clientela Adere
Apesar de recente, o estabelecimento tem contado com uma grande adesão por parte da população, fruto também da vasta oferta que a Botaminuto apresenta aos clientes e, porque não dizê-lo, da falta de quem preste este tipo de serviços. Fica a nota: No início do próximo ano a loja pretende ainda, abrir o serviço de lavandaria. Por agora, a Botaminuto de Almada está a realizar uma promoção de abertura, com descontos de 30 por cento sobre todos os produtos e serviços até 30 de Outubro.

In JR Almada

Setembro/Outubro 2006 – “Tirar partido das sinergias de grupo” – Negócios & Franchising

Duarte Ramos foi o impulsionador do lançamento do franchising Botaminuto, um negócio familiar que nasceu no seio da Tapipel, empresa de limpeza de peles e têxteis do lar, sediada em São Domingos de Rana.

O franchising não era desconhecido para os responsáveis da empresa, uma vez que a vida empresarial do fundador, Rui Salvada, passou pela experiência de franchisado das lavandarias 5aSec. A parceria com o gigante francês manteve-se, mas a família Salvada desenvolveu a sua capacidade empreendedora noutras actividades. Criou a Tapipel e apostou no desenvolvimento de pequenos negócios próprios, como foi o caso do projecto lançado em 1998 no Oeiras Parque, que oferecia serviços de arranjos de calçado e chaves. Este conceito foi sofrendo alterações na oferta dos serviços e culminou na formatação do projecto de franchising da Botaminuto.
As conclusões do estudo de mercado levou-os a apostar no lançamento da oportunidade de franchising Botaminuto e a abrir mais uma loja própria no Amoreiras Shopping Center e mais tarde nas galerias do Atrium Saldanha, ambos em Lisboa. A abertura da terceira loja obrigou Duarte Ramos a deixar o seu emprego e a dedicar-se a tempo inteiro à Botaminuto, e iniciar a sua vida empresarial na organização da família.
Desafios de lançar um franchising
Ao lançar o projecto de franchising de raiz, o responsável refere que o primeiro passo foi estruturar ao máximo todo o tipo de informação.
Foi igualmente necessário definir o plano de formação, embora não exista uma “escola Botaminuto”, já que as acções decorrem grande parte nas lojas da marca. A opção é explicada, por Duarte Ramos, pela relevância da “componente de atendimento ao cliente”. “Esta pode representar uma percentagem muito grande da facturação”, afirma o franchisador.
O facto de a rede contar com franchisados que possuem mais de uma unidade da marca é entendido, por Duarte Ramos, como uma prova de que a mais-valia da Botaminuto vai para além da transferência de know-how na fase de arranque. Manter um bom ambiente na rede e promover uma atitude proactiva por parte dos franchisados é outro dos desafios de um franchisador.
Crescer devagar
Para quem começa um projecto do zero, fica o conselho, defendido por Duarte Ramos, de que é preciso ter paciência para crescer devagar: “Quando o conceito é novo, em que o indíce de aceitação será criado ao longo do tempo, a existência de uma macro estrutura pode matar o negócio ou afundá-lo em problemas de tesouraria. Nós crescemos passo a passo e de forma sólida.”
É preciso também capacidade para ajudar os franchisados, sobretudo porque arriscam num conceito novo, dando algumas facilidades iniciais. No caso da Botaminuto, só agora vai passar a ser aplicada uma taxa de publicidade, porque se entendeu que, por um lado, não havia capacidade para se levar a efeito uma acção nacional e, por outro lado, para os franchisados, aquela seria um custo adicional fixo na fase de arranque do projecto.
Escolher o parceiro certo é igualmente uma preocupação para quem gere uma cadeia de franchising. Duarte Ramos diz que, no caso da Botaminuto, o primeiro passo é perceber que tipo de investidor se trata, ou seja, se é alguém que quer criar o seu próprio negócio e emprego ou se pretende abrir a loja numa óptica de investidor. “Alertamos os investidores para a relevância do acompanhamento dia a dia do negócio, uma vez que se trata de pequeno retalho”, diz.
Balanço positivo e inovação são o caminho
Os problemas logísticos foram os principais obstáculos que a marca precisou ultrapassar, porque o facto de não haver escala dificultava todo o processo. “ Penso que, neste momento, a situação está ultrapassada, e mesmo o processo de montagem da loja está apurado e em um mês conseguimos entregar a chave ao franchisado”, afirma o responsável pela Botaminuto.
As dificuldades da economia não pesaram no plano de expansão delineado pelos sócios da marca, visto que o ritmo de aberturas tem sido o planeado, ou seja, cinco lojas por ano. Surpreendeu o jovem empresário o tipo de crescimento, que não se fez nos grandes centros, mas, sim, em cidades como Vila Real, Beja, Óbidos, etc., o que não deixa de ser interessante do ponto de vista da imagem e da perspectiva do potencial de negócio que leva os investidores a equacionar os resultados que a marca pode obter em mercados de maior potencial.
Quanto ao futuro, para além da expansão da rede, Duarte Ramos aponta que é preciso manter a capacidade de inovar e trazer mais tráfego à loja. “Somos um prestador de multisserviços e agora assinamos um acordo com a GLS, um operador logístico, onde vamos fazer envios de correio urgente. Cada loja Botaminuto disponibiliza um serviço de envio de encomendas urgentes todos os dias úteis. Isto traz-nos tráfego e a vantagem de oferecer mais um serviço”, explica Duarte Ramos, que promete aumentar as parcerias para a rede.
Botaminuto engraxador
Este serviço foi lançado em resposta ao desafio lançado pela Mundicenter à Botaminuto: criar o serviço do engraxador tradicional mas com uma imagem moderna e apelativa. “Pegámos nessa ideia, e prestamos este serviço à Mundicenter”, explica Duarte Ramos.
A empresa prevê desenvolver-se mais partindo destes microprojectos, com pessoas que queiram criar o próprio emprego. “Nós fazemos os acordos com os centros comerciais, montamos a cadeira e damos a formação”, refere Duarte Ramos. O responsável sublinha ainda que se trata de “um negócio que não pode pagar uma renda e que têm de haver, por parte do centro comercial, uma percepção de que se trata de um serviço adicional e diferenciador”.
A unidade-piloto opera no Amoreiras Shopping Center, em Lisboa, e agora foi lançada a proposta para outros espaços comerciais.

In Negócios&Franchising

Junho/Julho 2006 – “Botaminuto ou um novo conceito de sapateiro” – Franchising Digital

Apesar de ainda jovem, a BOTAMINUTO é já o segundo operador de mercado de sector em Portugal, logo atrás do líder mundial Mister Minit. Tudo começou em 1998, “na sequência da abertura de uma loja tradicional que progressivamente ia rompendo com a filosofia do ‘velho sapateiro’”, explica Duarte Ramos ao franchising.pt. “Dois anos após a sua abertura deu-se inicio à criação e testes do conceito BOTAMINUTO”, recorda este sócio gerente e responsável pela expansão da empresa.
A BOTAMINUTO é uma marca/conceito propriedade da empresa Consertos Rápidos das Amoreiras que, no início da sua concepção, visou reformular o velho conceito de sapateiro, valorizando a profissão e adicionando-lhe uma multiplicidade de serviços complementares que englobam desde a tradicional reparação de calçado e malas, à cópia de chaves e comandos, impressão de matrículas, placas, carimbos e cartões, afiação de facas e tesouras e venda de produtos acessórios.
A definição do projecto levou a equipa de estudos a visitar e pesquisar as mais importantes empresas similares, bem como feiras da especialidade, “do que resultou um projecto bem estruturado e com os mais modernos equipamentos”, considera Duarte Ramos.
Uma das imagens de marca da BOTAMINUTO passa por “conferir grande importância ao ‘saber fazer’”, frisou. “De facto”, reforçou, “não basta consertar/copiar. A BOTAMINUTO aconselha os melhores materiais adaptáveis a cada tipo de serviço. E dá conselhos para a sua manutenção. Esta filosofia só é possível pela relação permanente que mantemos com parceiros nacionais e internacionais de renome”.
Segundo Duarte Ramos, “o conceito BOTAMINUTO tem tido um óptimo acolhimento por parte dos clientes, tendo sido possível, no espaço de três anos, atingir uma média de 800 clientes/dia, objectivo largamente ultrapassado em relação às previsões iniciais. Não é rara a frase: “Finalmente encontro um sítio onde posso reparar os meus sapatos com qualidade!”, o que simboliza que claramente existia uma escassez de oferta qualificada”, considera.
Em relação às características físicas de uma loja BOTAMINUTO, Duarte Ramos chama a atenção para o facto de serem um operador de multisserviços de conveniência. Por isso, “a localização e o fluxo de publico são factores determinantes. A dimensão das lojas pode ir de um conceito mini de 10 m2 até um conceito máximo de 25 m2. O local ideal poderá ser encontrado em zonas de grande tráfego, independentemente de serem em centros comerciais ou lojas de rua, sendo que hoje em dia, a empresa operar em hipermercados, centros de cidades, galerias e centro comerciais.
O investimento mínimo para potenciais interessados começa nos 50.000 € – loja MINI e o prazo médio de retorno cifra-se nos quatro anos. O valor do direito de entrada é de 2.500 € – valor que está incluído no orçamento geral da loja.
“ Experiência no ramo pode dificultar integração ”
Duarte Ramos alerta para o facto de não ser necessária qualquer formação prévia em qualquer das áreas em que a BotaMinuto opera. “Inclusive, o facto de já existir alguma experiência no ramo, dificulta a integração na nossa forma de trabalhar e agir, pois geralmente já vem com técnicas muitas vezes ultrapassadas”, atalhou. “Todos os franchisados deverão ter formação no nosso centro de formação que, tendo em conta a grande variedade de serviços que prestamos, dura cerca de quatro semanas. Cada formação está dividida em módulos onde é feita uma constante avaliação dos processos para se chegar ao fim do período aptos para iniciar a actividade na loja. Na BotaMinuto todos os funcionários têm de saber fazer de tudo: são recursos especializados. Após este período existe um acompanhamento da abertura da loja assim como um apoio e assistência permanentes. Para este responsável, o franchisado BOTAMINUTO “poderá ter um duplo perfil: ou um investidor ou alguém que queira criar o próprio emprego”, porque este “é um negócio estimulante e atractivo”. No entanto defendeu, “a BOTAMINUTO, tal como qualquer franchising, depende em grande parte do empenhamento e envolvimento de próprio franchisado. Como costumo dizer, o franchising é uma semente boa por si. No entanto, esta só pode crescer se for regada pelo franchisado. De outra forma não cresce e não se torna flor””, comparou.

3 Perguntas a... Duarte Ramos, sócio-gerente e responsável de expansão.
Franchising.pt – Qual é a principal vantagem que a BOTAMINUTO oferece aos seus clientes? Não temem que os vossos concorrentes enveredem, também eles, pelo franchising?
Duarte Ramos – A BOTAMINUTO assenta numa filosofia própria que se baseia num serviço diferenciado e de qualidade. A área com maior diferenciação, das várias áreas onde actuamos, é sem dúvida a área da reparação de calçado e aconselhamento.
A filosofia BOTAMINUTO baseia-se na premissa que o nosso corpo assenta sobre os nossos pés e que por isso devemos ter mais atenção no cuidado com os mesmos. Para isso informamos os clientes dos cuidados a ter e dos produtos que existem para um maior conforto no andar. Pretendemos fornecer soluções aos nossos clientes, através do aconselhamento e da utilização de produtos exclusivos nas nossas lojas.
A cada cliente que entra na loja é feito um diagnóstico e é-lhe apontada uma solução. Por exemplo: um cliente que ande muito poderá usar uma palmilha reforçada no calcanhar para um maior conforto; outro que tenha um sapato apertado, podemos aplicar uma forma para o alargar ou então vender-lhe um produto que alargue para ter em casa. Para um problema, uma solução.
Quanto à concorrência, ela é salutar. A concorrência obriga-nos a estarmos mais atentos e a sermos ainda melhores. Sejam bem-vindos!
- Quantas lojas BOTAMINUTO existem actualmente?
A BOTAMINUTO dispõe já de 20 lojas a nível nacional, tendo a maior representação a sul do país. A nossa marca, apesar de relativamente jovem, é já o segundo operador de mercado do sector em Portugal, logo atrás do líder mundial Mister Minit.
- Quais são os planos da BOTAMINUTO para os próximos tempos? Alargar a rede de lojas nomeadamente para o norte do país, onde estão, como já referiu, menos representados?
Pretendemos crescer sustentadamente, prevendo abrir cerca de cinco lojas este ano e atingir a médio prazo um total de 50 lojas. Em relação ao norte do país, temos já duas lojas emblemáticas que servirão de bandeira para esta zona de Portugal: no “Dolce Vita” de Vila Real e mais recentemente no “El Corte Inglês” de Vila Nova de Gaia. Paralelamente, estamos em contactos para a exportação do conceito para outros países tanto da Europa como da América Latina.

In Franchising Digital

15 Abril 2004 – “Franchising” – Jornal de Negócios

BotaMinuto quer crescer a um ritmo de 5 lojas por ano até 2014

A BotaMinuto, marca portuguesa cujo conceito se baseia na ideia de um “sapateiro de cara lavada”, inaugurou no 1º trimestre do ano três novas lojas – Açores (Parque Atlântico), Intermarchê de Óbidos e S. Domingos Rana. A marca, para alem do conserto de calçado, presta serviços como a cópia de chaves, comandos, impressão de matrículas, carimbos e cartões e venda de acessórios. Com estas novas aberturas a rede alargou-se para as 11 unidades. Segundo Duarte Ramos, responsável pela expansão da marca, o objectivo para este ano é alargar a rede para entre 15 e 18 lojas. O ritmo de crescimento nos próximos 10 anos deverá ser de5 a 6 lojas/ano.

In Jornal de Negócios

Abril 2004 – “Negócios que facilitam a vida” – Negócios & Franchising

Os conceitos na área dos serviços particulares têm vivido um período de expansão no mercado nacional. São resposta às novas tendências sociais, facilitando o dia-a-dia de quem trabalha e oferecendo oportunidades de negócios de baixo investimento. Mas este é um mercado competitivo, onde fidelizar clientes é tarefa difícil... mas não impossível.

Com maior ou menor grau de dificuldade, e apesar de o comércio dominar as estatísticas do franchising, foi nos serviços que se observou a maior taxa de crescimento em 2003. Tanto em termos de novas marcas, como em relação ao número de unidades. Em Portugal, o sector de actividade encontra-se em franca evolução. A crescente profissionalização da mulher “retirou-lhe” tempo para as tarefas domésticas. A falta de tempo e um maior rendimento disponível das famílias têm levado ao aumento da procura de serviços dirigidos a particulares. A lógica destes conceitos especializados é facilitar a vida de quem trabalha.(...) um sapateiro na cidade (BotaMinuto) (...) Um sem-número de actividades que deixa os clientes com tempo livre para os pequenos prazeres da vida, como estar com família e amigos. Trata-se de uma área de negócio em expansão, não só pela procura, mas também pelo facto de serem uma oportunidade de baixo investimento. (...)
Na BotaMinuto, “como em tempos menos bons, é melhor reparar artigos velhos do que comprar novos, o sucesso das vendas não foi afectado”, diz Duarte Ramos, franchisador da marca de arranjos rápidos de sapatos e outros serviços. (...)
(...) Duarte Ramos, refere que “a BotaMinuto pretende reinventar o velho sapateiro, conciliando no mesmo local serviços de conveniência que hoje em dia é difícil de encontrar”. “O encerramento dos operadores tradicionais que entretanto atingiram a idade da reforma é, assim compensado com a abertura de unidades nos centros comerciais”, afirma o master. Este é um serviço com grande procura nos grandes centros urbanos, mas vai começando a surgir também no Interior do país. As capitais de distrito, embora a expansão na capital se mantenha, são prioridades para a BotaMinuto. (...)

In Negócios e Franchising

10 Outubro 2003 – “Sapateiros do Século XXI” – Negócios & Franchising

Recuperar e devolver o prestígio de uma velha profissão como a de sapateiro é um dos desafios dos homens 'Botaminuto', Duarte Ramos e Rui Salvada. A marca nacional vai na sua quinta loja e pretende espelhar a rede de lojas multisserviços a todo o país através de uma rede de franchisados. Para 2003, o objectivo é chegar às 8 ou 10 lojas.
Aos consertos de sapatos e malas juntaram-se serviços de cópias de chaves, cópias de comando, serviços de chaves SOS, impressão de carimbos, cartões, matrículas e placas, serviço de afia facas e venda de acessórios. 'O nosso homem Botaminuto é um homem multisserviços', resume Duarte Ramos, sócio gerente e responsável de expansão da marca.
Grande parte dos serviços (é feita) nas lojas, mas alguns deles como, por exemplo, a impressão de carimbos, placas ou cartões são realizados por empresas parceiras às quais subcontratamos', continua o responsável.
Tráfego pedonal pesa no sucesso
Os pontos de venda do Botaminuto têm 20 m2 a 25m2 divididos na área de trabalho e de livre-serviço, uma vez que a venda de acessórios é um segmento cada vez mais importante do negócio. As lojas 'têm de estar bem localizadas, embora tanto funcionem em rua como em centro comercial. O que é relevante é estarem em pontos de grande fluxo de passagem', sublinha Duarte Ramos. Rui Runa Salvada, sócio gerente da Botaminuto, avança também que 'para uma loja média com uma facturação mensal na ordem de 10 mil euros são necessárias 50 pessoas consumirem ao balcão diariamente. No mínimo, são 22 pessoas por dia, e se o estudo indicar um número inferior não abrimos.' A marca também abre em zonas populacionais com menos de 20 mil habitantes.
Ainda a pensar na localização, os sócios da Botaminuto estão a desenvolver contactos com promotores de centros comerciais no sentido de garantirem a presença da marca nos espaços que estão para abrir. A presença da Botaminuto em centros comerciais não só diversifica a oferta como garante à partida tráfego pedonal suficiente para rentabilizar as lojas. (...)

In Negócios e Franchising

1 Junho 2003 – «Único na Península Ibérica» – Franchising & Business

«Quatro anos para 'descalçar a bota' até chegar ao número cinco. Parece-lhe muito? Então leia e veja se este negócio não foi feito à sua medida. Em franchising é a única oportunidade existente para Portugal e Espanha.
Entre a abertura da primeira loja, no Oeiras Parque, em 1998, e o primeiro franchising, no final do ano passado, correram 4 longos anos. Sempre em centros comerciais, até aos actuais cinco 'sapateiros'.
Mas nunca ninguém tinha ousado falar deste negócio de que todos os cidadãos urbanos carecem. Quantas vezes já deitou fora um par de sapatos com um pequeno estrago só por não ter quem lhe faça o concerto?
A pensar em situações como esta, Duarte Ramos e Rui Salvada arranjaram forma de dinamizar e rentabilizar um conceito similar ao arranjo de vestuário, que está em franca expansão no país e já começa a ter opções de sucesso entre nós. 'Após estudar as várias formas de expansão deste conceito de negócio concluímos que a solução de franchisar se apresenta como a forma mais rápida e eficiente. Por outro lado', acrescenta Duarte Ramos, 'havia uma oportunidade de mercado: éramos a única marca no mercado ibérico que oferecia este produto na forma de franchising'. A mesma oportunidade que aqui lhe apresentamos em exclusivo.
Bota ou sapato. Mas sem número
Sem número nem porta. Ou seja, o conceito Botaminuto não descarta a localização em centros comerciais ou em outras zonas de elevado tráfego, desde que seja 'qualquer espaço onde exista um fluxo constante de clientes', sublinha o sócio-gerente responsável pela expansão.
E até o formato não é descurado 'dadas as características dos serviços que presta', porque cada unidade Botaminuto 'funciona como um gerador de tráfego de clientes, sendo solicitada pelos grandes centros e cadeias como complemento para o mix de serviços que prestam', conclui.
Ao contrário das redes de lojas de arranjos de roupa – preferencialmente localizadas na vizinhança das lavandarias – a Botaminuto não tem preferência na proximidade por aquelas.
'O ponto crítico da localização é, sim, o fluxo diário de clientes que potencialmente passam pela loja'.
Até porque este negócio não restringe os seus serviços ao arranjo do calçado...
Arranjos e outros serviços
O mix de vendas e serviços prestados varia com a zona onde cada loja está implantada. A partir das cinco unidades existentes (todas localizadas em centro comerciais) conclui-se que os serviços mais requisitados são os de arranjo de calçado – 'principalmente calçado de senhora' – e a duplicação de chaves. Mas, em cada loja Botaminuto, para além se venderem os inevitáveis acessórios de calçado, também se presta uma série de outros serviços, que vão desde a impressão de matrículas, carimbos, cartões e placas, a cópias de comandos e a amolação de facas e tesouras. E actualmente, já não existem muitos espaços que satisfaçam estas necessidades. Se pensarmos que os centros urbanos ainda são mais carenciados destes serviços, facilmente compreende a vontade da empresa em implantar um Botaminuto em cada zona residencial com mais de 20 mil habitantes. Este número, que remete para a densidade populacional, não vale por si só, embora seja uma base de trabalho para qualquer nova intenção de entrar esta nova rede de franchising. 'Antes da abertura de qualquer loja, há que estudar o potencial da zona', ressalva o responsável pela expansão.
As cidades de Coimbra, Leiria, Setúbal, Viana Castelo e Viseu, constituem o leque de cidades que já passaram o teste e se preparam para receber as 'sua botas num minuto' muito em breve.
As parecerias estabelecidas com os novos franchisados revela já o início da cobertura geográfica para fora da Grande Lisboa.
Quem pode 'calçar' este negócio?
Único na Península Ibérica enquanto sistema de franchising, o conceito Botaminuto reflecte o espírito empreendedor do empresário português. Mas não se pode associar esta virtude ao facilitismo da concessão da parceria. O franchisado-tipo com que a empresa procura estabelecer contratos de franchising está, previamente, definido: 'Aquele que procura a criação do próprio emprego e o que procura diversificar o risco e aplicar o capital numa actividade rentável'. Não é necessária qualquer experiência prévia neste ramo, mas cada franchisado e respectivos funcionários estão obrigados a um período de formação de 1,5 meses, ministrado pelo departamento de formação, chefiado por Ronny Aruda.
Depois de aprovada a localização, numa loja que não exige muitos metros quadrados, o montante para a montagem da mesma (63 100€ + IVA) já inclui toda a maquinaria necessária para o funcionamento de uma loja, direito de ingresso, projecto de arquitectura, formação, consultadoria e acompanhamento, kit de produtos iniciais, para além de todo o mobiliário exclusivo da marca. Se procura um investimento e tem um local em vista, não descarte – aliás, não descalce – esta ideia.»

in Franchising & Newbusiness

27 Maio 2003 – «Um sapateiro de 'cara lavada'» – Jornal de Negócios

«Somos a reencarnação do velho sapateiro. É assim que Duarte Ramos, sócio responsável pela expansão da Bota Minuto, explica o conceito que lançou no mercado, juntamente com a família, em 1998. A ideia é simples – conciliar no mesmo local vários serviços de conveniência (conserto de calçado, cópia de chaves, e impressão de matrículas, cartões, carimbos ou placas) prestados na base da rapidez. ' Tudo através de técnicas e maquinaria mais rápidas, sem perda de qualidade ', disse o empresário ao Jornal de Negócios.
A marca, detida pela sociedade Concertos Rápidos das Amoreiras, Lda., teve início quando o sogro de Duarte Ramos comprou uma loja do sector num centro comercial, depois em família decidiram pegar num negócio antigo e criar um conceito novo.
'Os sapateiros que existem estão todos numa faixa etária elevada e os mais novos não se interessam pela profissão, por isso decidimos inovar e criar um conceito de loja onde fossem prestados uma série de serviços', explica o empresário. Neste momento, a rede é constituída por quatro lojas próprias em centros comerciais da grande Lisboa e uma franchisada numa grande superfície do Porto.
A empresa aposta no recrutamento de funcionários entre os 30 e os 40 anos e sem experiência no ramo, porque toda a parte de formação é dada pelo franchisado. A empresa 'oferece' ao franchisado o know-how e a montagem da loja.
O conceito funciona em pequenas lojas (entre 20 e 25 metros quadrados), em zonas de muita afluência de público, como é o caso dos centros comerciais. Cada loja tem entre 3 e 4 empregados.
A marca prepara a abertura de novas unidades em Leiria, Coimbra, Setúbal, Viseu e Viana do Castelo, todas em regime de 'franchising'. A marca só avançou para o franchising este ano e é a única insígnia ibérica franchisada no sector.»

In Jornal de Negócios

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